
Anunciado como a "meninas dos olhos da nova política educacional brasileira", o processo seletivo para o ingresso na maior parte das faculdades do Brasil mostrou-se um fiasco. Edificado pelo governo e organizado por um consórcio de 03 empresas que reuniram profissionais do Oiapoque ao Chuí e, envolvendo mais de 100.000 pessoas de forma direta no trabalho de seleção, impressão,distribuição e aplicação das provas. O processo se mostrou frágil e falho. Nas vésperas das provas o jornal FOLHA DE SÃO PAULO, e sabe-se lá quantos mais, estavam de posse de parte ou da totalidade das provas. O exame, está agora sob suspeita, restando aos alunos que se preparam durante todo o ano a decepção, o desrespeito e um contato mais efetivo com as mazelas da corrupção neste país. A fórmula é antiga e ultrapassada, mas a classe política brasileira insiste em usá-la. A mistura de interesses eleitorais com políticas educacionais.


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